terça-feira, 25 de agosto de 2009

Complexo Portuário de Itajaí apresenta resultados de dragagem

A Delegacia da Capitania dos Porto de Itajaí homologou, na última sexta-feira (14/8), atualização dos parâmetros de operação portuária para os terminais Porto de Itajaí e Terminal Navegantes baseados em batimetria apresentada em 10 de agosto. O documento homologa a profundidade de 10,3 metros para a área compreendida entre a bacia de evolução até o Ferry Boat; de 10,5 metros no trajeto entre o Ferry Boat e o farolete 10 (antigo farolete 4); e de 10,8 metros do farolete 10 até as bóias 1 e 2. “O levantamento batimétrico realizado na última semana comprova que a profundidade mínima teve um ganho de 30 centímetros, o que representa um ganho de 2 mil toneladas de carga a mais por navio”, informa o superintendente do Porto de Itajaí, Antonio Ayres dos Santos Júnior. Segundo a Diretoria Técnica, esse ganho deveu-se a execução de sucessivas campanhas de dragagem realizadas pela Draga Iguazu, contratada pela Autoridade Portuária de Itajaí já há alguns anos para fazer a manutenção da profundidade do canal de acesso e bacia de evolução do complexo. “Percebeu-se então boas melhorias nas profundidades junto à saída da barra e bacia de evolução, pontos esses vulneráveis em sondagens anteriores”, informa o diretor técnico, André Pimentel.A Iguazu iniciou a dragagem em 15 de julho, após a draga Copacabana, de propriedade da Bandeirantes Dragagem, do Rio de Janeiro, ter sido contratada para realizar o trabalho e o abandonado por falta de condições técnicas. O equipamento vai continuar na dragagem do canal de acesso e de alguns pontos vulneráveis da bacia de evolução, até que uma embarcação maior esteja disponível no mercado para concluir o serviço.Segundo o diretor comercial do Porto de Itajaí, Robert Grantham, “de forma gradativa o complexo portuário vai recuperando sua capacidade operacional, oferecendo aos armadores internacionais condições ideais para suas operações”. Grantham diz que a questão da dragagem é um dos problemas que a Autoridade Portuária de Itajaí está conseguindo enfrentar com sucesso, dando respostas práticas. “Nossa meta é dotar o Complexo Portuário de Itajaí com profundidade de 14 metros, possibilitando aos armadores atracar em Itajaí navios maiores e mais modernos”, afirma o diretor. Texto: João Henrique BaggioFotos: Ronaldo Silva Jr

ABSA Cargo Airline passa a operar no aeroporto de Maringá, PR

A ABSA Cargo Airline, empresa de carga aérea de bandeira brasileira, passou a operar mais um destino no sul do país: Maringá, no Paraná, além de Curitiba e Porto Alegre. O voo inaugural da empresa no Aeroporto Regional Sílvio Name Júnior, no dia 11 de agosto último, marcou o início de uma nova rota de importação ligando Miami (EUA) a Maringá, que será operada quinzenalmente, com saídas às terças-feiras. O próximo voo está previsto para o dia 25 de agosto. A expectativa da companhia é, em curto espaço de tempo, realizar voos semanais, e atuar, também, com carga exportação. Segundo o diretor Executivo da empresa, Pablo Navarrete, essa rota abrirá novos mercados e perspectivas para a companhia e, certamente, ajudará a fomentar o tráfego de cargas na região. “Esta é uma região muito importante para o país, que mescla indústria e agropecuária e tem um alto poder aquisitivo”, avalia. Ao incluir Maringá nesta rota, a ABSA diversifica sua atuação no estado, uma vez que, até então, a companhia só operava em Curitiba. O primeiro voo da nova rota – que inaugurou as operações internacionais de carga no aeroporto de Maringá e o início das operações do Terminal Internacional de Cargas (Teca) – foi feito sob o regime de intercâmbio de aeronaves, com um Boeing 767-300 do Grupo LAN, e tripulação da companhia brasileira. A aeronave, genuinamente cargueira, tem capacidade para transportar até 57 toneladas de carga. A LAN é parceira da ABSA na aliança estratégica que a empresa brasileira integra junto com a MAS Air (México).Para garantir a operação com carga internacional, o Aeroporto Regional Sílvio Name Júnior recebeu investimentos para a adequação física e construção de um terminal de cargas que segue as exigências dos órgãos federais que atuam nos aeroportos, como Receita Federal e Anvisa.

MWM prevê fabricar 25% a mais de motores no 2º sem

A MWM International Motores, fabricante de motores diesel, conta com a retomada do mercado no segundo semestre de 2009. Nos seis primeiros meses deste ano foram produzidos 47.900 propulsores, já no segundo semestre a expectativa é ultrapassar a marca dos 60 mil motores, resultado 25% maior.Em relação ao fechamento anual, dos 108 mil motores previstos pela empresa, 20 mil propulsores serão destinados às exportações diretas.De acordo com o diretor de Vendas e Marketing, Michael Ketterer, o faturamento líquido da companhia neste ano deve atingir US$ 850 milhões.“Fatores como incentivos do governo, que visam o acesso ao financiamento, têm influenciado positivamente a retomada do nível de produção da indústria, e são importantes para iniciarmos esse segundo semestre com crescimento e atingirmos as metas traçadas pela companhia”, afirma o diretor.A companhia, que aplicou em 2009 US$ 70 milhões, tem a previsão de investir US$ 345 milhões nos próximos cinco anos, que serão destinados principalmente a ações de desenvolvimento tecnológico, capacitação dos colaboradores e novos equipamentos para aumentar a produtividade.Fonte: SSB - Agência IN

Iochpe-Maxion adquire negócios da ArvinMeritor por US$ 180 milhões

A Iochpe-Maxion, maior fabricante brasileira de rodas e chassis para veículos comerciais, adquiriu os negócios da americana ArvinMeritor no Brasil, no México e nos Estados Unidos por US$ 180 milhões. A operação envolve a fabricação de rodas de aço para automóveis, picapes, utilitários esportivos e veículos comerciais leves e médios.As peças da ArvinMeritor atendem aos setores de caminhões, reboques e fabricantes de equipamentos especiais e para veículos leves. Segundo a corretora Socopa, a aquisição foi possível graças à deterioração do mercado automobilístico americano e, consequentemente, do mercado de autopeças.Fonte: Exame

Rigesa apresenta embalagens de papelão ondulado para transporte de tomate

Para o transporte de legumes e frutas frágeis, como o tomate, a Rigesa oferece caixas de papelão ondulado com tecnologia PLAFORM®.Segundo a empresa, a embalagem resiste a condições de frio e umidade e contribui para a conservação da fruta, melhorando sua aparência, além de impedir o desenvolvimento de fungos.A Rigesa também possui a tecnologia DEFOR®, específica para o transporte de frutas. “A embalagem é altamente resistente, pois é produzida com papelão ondulado de parede simples, com lateral dupla. Além disso, permite impressão em várias cores, dando mais visibilidade ao produto”, informa a companhia em comunicado.Para a empresa, as caixas de papelão ondulado facilitam a logística, pois eliminam a necessidade de controle das caixas vazias e os espaços de armazenagem, além dos fretes de retorno. Por ser reciclável, não retorna com resíduos e fungos para o produtor, atendendo a todas as leis fitossanitárias. “Além da vantagem econômica, são mais higiênicas, pois não são reutilizadas e, por serem produzidas a base de água, não agridem o meio ambiente”, salienta.

Empresas oferecem formação na área de logística

O Formare, projeto de educação profissional para jovens de baixa renda, idealizado e coordenado pela Fundação Iochpe, está contribuindo para formação de mão-de-obra qualificada em logística. Por meio de uma grade disciplinar elaborada por especialistas dessa área, algumas empresas do segmento logístico, como DHL Supply Chain e Santos Brasil, decidiram investir na educação e formação de jovens, oferecendo cursos específicos do setor.Empresas de outros segmentos, como Delphi, Knorr-Bremse, Mahle, Plascar e Suzano Papel e Celulose, também oferecem cursos para o setor de logística. Juntas essas companhias devem formar aproximadamente 1100 jovens, de 16 a 18 anos, nos próximos cinco anos.“Nosso material pedagógico, criado por uma equipe especializada em logística, traz conceitos e procedimentos afinados com as exigências e expectativas do setor. A logística é considerada hoje área vital para o sucesso das organizações, um importante elo na cadeia e que busca, constantemente, melhorias de redução de custos e otimização do fluxo produtivo”, explica Zita Pimentel, coordenadora pedagógica do Projeto Formare.Segundo ela, essa importância e as oportunidades desse mercado são fatores decisivos para a inclusão de práticas ligadas à logística nos cursos de formação básica do Formare.Os cursos oferecidos pelo Formare têm duração de um ano, com carga horária mínima de 800 horas/aula. A grade curricular tem, em média, 11 disciplinas que privilegiam a formação humana e técnica do aluno. “Operações em Centros de Distribuição” e “Assistente de Operações em Terminal Portuário” são alguns dos cursos oferecidos. As aulas são ministradas por Educadores-Voluntários dessas empresas, que reservam uma área em suas unidades para a realização das aulas.Ao término do curso, os alunos recebem um certificado da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), instituição federal de ensino vinculada ao MEC, que mantém convênio com a Fundação Iochpe desde 1995. Cursos oferecidos para o setor de logística:Assistente de Operações de Terminal Portuário Operador de Logística e Montagem de Produtos Eletromecânicos Assistente de Operações de Centros de DistribuiçãoOperador de Logística e Montagem de Produtos Assistente de Serviços Comerciais, Administrativos e Logística Assistente de Manufatura em Plástico e Operações Logísticas Assistente de Produção e Logística Assistente de Operações Logísticas e ServiçosAssistente de Processos Comerciais e LogísticaAssistente de Serviços Administrativos e logísticosOperador de Produção de Tapeçaria Industrial e Logística

Nossa Caixa vai intermediar crédito de linhas do BNDES

O Banco Nossa Caixa vai intermediar a transferência de crédito de algumas linhas do BNDES para financiar a compra de máquinas, equipamentos, ônibus e caminhões. As linhas de crédito estão dentro do Programa de Sustentação do Investimento, com valor mínimo do financiamento de R$ 30 mil, e do Programa Especial de Crédito, para operações a partir de R$ 500 mil. Há ainda uma linha voltada ao financiamento de máquinas e equipamentos do setor agrícola, por meio do Finame Agrícola, também com empréstimo mínimo de R$ 30 mil. A Nossa Caixa – comprada no ano passado pelo Banco do Brasil – também passará a emitir o Cartão BNDES com bandeira Visa, destinado a empresas com vendas brutas de até R$ 60 milhões por ano. O banco pretende emitir 5 mil cartões até o final do ano.

Manpower contrata 56 funcionários para multinacional de logística

A Manpower, consultoria de recursos humanos que oferece serviços para todo o ciclo de negócios e de emprego das companhias, abriu 56 oportunidades de trabalho temporário no Rio de Janeiro. Com grandes perspectivas de efetivação, os candidatos selecionados trabalharão na nova filial de Queimados de uma empresa multinacional do segmento de logística.As exigências para a contratação variam de ensino fundamental a médio completo, com remunerações entre R$ 642,60 e R$ 1.785,00, de acordo com o perfil da vaga. Os interessados devem se cadastrar no site www.manpower.com.br na vaga correspondente ou comparecer para entrega de currículo na Rua do Mercado, 11, 3º andar, Rio de Janeiro/RJ.Confira as vagas disponíveis:
Função
Qtd
Formação
Salário
Auxiliar de Armazém
15
Ensino Médio Completo
R$ 672,00
Conferente
10
Ensino Médio Completo
R$ 1.113,00
Operador de Empilhadeira/ Elétrica
10
Ensino Médio Completo
R$ 1.021,65
Auxiliar Caminhão (Carga e Descarga)
5
Ensino Fundamental
Completo
R$ 642,60
Assistente de Inventário (Contagem)
7
Ensino Médio Completo
R$ 1.113,00
Assistente de Despachante
5
Ensino Médio Completo
R$ 1.113,00
Analista de Logística
2
Ensino Médio Completo
R$ 1.605,00
Coordenador de Operação
2
Ensino Médio Completo
R$ 1.785,00

56

Auxter é novo distribuidor da Yale em São Paulo

A Yale anuncia seu mais novo distribuidor para o estado de São Paulo: a Auxter, que além da venda de equipamentos para movimentação de carga, como empilhadeiras e paleteiras da marca, oferece suporte ao produto.“Essa parceria vem corroborar com o nosso plano de crescimento e de venda de soluções logísticas para os clientes, agregando qualidade ao trabalho que já está sendo feito”, declaram Paulo Watanabe, gerente de vendas, e Mario Miranda, gerente comercial, ambos da Yale.Há mais de 20 anos atuando com máquinas de terraplanagem e, a partir de 2006, como revendedora da JCB, a Auxter possui matriz em São Paulo e filial em Araçatuba, tendo perspectivas de criação de novas unidades

Julho foi o melhor mês de 2009 para a DHL Express Brasil

A DHL Express Brasil fecha julho com o melhor desempenho do ano em volume e receita, apresentando destaque no faturamento global com um crescimento de 19% no período em comparação ao mês de junho.Segundo a empresa, os números referentes às movimentações de comércio internacional apresentaram elevação de 12% com relação ao mês anterior, associado aos segmentos de tecnologia, organizações governamentais e comércio.Quanto ao mercado doméstico, a DHL Express Brasil registrou crescimento de 32% também na comparação mês a mês. A empresa aponta ainda um crescimento de 10% no volume de remessas de janeiro a julho deste ano com relação ao mesmo período do ano passado.“A taxa de câmbio atual favorece o aumento das importações, embora também tenhamos registrado crescimento nas remessas do Brasil para o exterior. Além disso, a expectativa positiva deve se confirmar também com as exportações, que acreditamos que serão retomadas com mais intensidade no segundo semestre, com lançamento de produtos e campanhas específicas”, afirma Sérgio Fonseca, diretor de vendas da DHL Express Brasil.

Xerox do Brasil anuncia novos diretores de RH e de Cadeia de Suprimentos

A Xerox do Brasil tem uma nova diretora executiva de recursos humanos. Na empresa há 14 anos, Teresa Ferreira, que atuou nas áreas de Planejamento Financeiro, Orçamento, Análise de Contratos e Controladorias Operacionais de Vendas, Gestão Integrada de Suprimentos e Serviços a Clientes, agora é responsável pelas diretorias e gerências que apóiam a estratégia organizacional do capital humano e formação da nova geração de lideres da empresa. A diretoria inclui ainda as operações de organização e planejamento, remuneração e benefícios, saúde ocupacional, treinamento e desenvolvimento, segurança e conformidade, comunicação interna e endomarketing.A diretoria de RH era liderada por Marcio Lassance, que agora passa a responder como diretor executivo da cadeia integrada de suprimentos da companhia. Todos os processos de logística, fornecimento de material, controle de inventário, instalações e manufatura da empresa, além do planejamento e da operacionalização das estratégias de negócio da área serão conduzidos por ele.

SEE fecha parceria com OCME e apresenta LGV

A SEE Sistemas acaba de fechar parceria com a OCME, empresa italiana que atua no segmento de enchimento, paletização e transportadores há 50 anos no mercado europeu.Como maior novidade, a empresa apresenta os carros Guiados a Laser – LGV OCME Auriga, guiados para movimentação de materiais sem necessidade de operador. Atuam como solução para otimizar a movimentação dos transportes internos em ambiente industrial.O sistema com guia laser não necessita de modificações no ambiente em que trabalha (obras civis e estruturas mecânicas) e pode ser alterado com simplicidade a qualquer momento por meio de um programa computadorizado. É suficiente apenas a instalação de pequenas superfícies refletivas verticais em estruturas já existentes no ambiente de trabalho, as quais permitem a cabeceira laser de verificar constantemente (8 vezes/segundo).A empresa explica que o traçado realizado por este programa pode ser modificado a qualquer momento. “Essas pequenas modificações de precisão podem ser efetuadas ao longo da instalação, permitindo assim uma extrema precisão na movimentação. A instalação e todas as eventuais modificações no fluxo dos materiais podem ser efetuadas facilmente e rapidamente, sem intervenções físicas no local”, explica a SEE.Além disso, garante que há um custo reduzido de investimento para a rede dos percursos, a possibilidade de instalar o sistema em qualquer tipo de pavimento e também de poder experimentar novos percursos com um único carrinho, antes de colocar outros veículos em um novo percurso. “Tudo isto traz uma grande redução de interferências para a produção, seja na fase de instalação que em fases de mudanças no fluxo de materiais. As reconfigurações do layout geral, também se muito complexas, necessitam apenas de alguns dias de análise e intervenções de modificação do software do sistema de supervisão”.A facilidade do Carro guiado a Laser é dada também pelas condições de trabalho muitas vezes em extrema diferença de temperatura e condições higiênicas bastante altas, segmentos farmacêutico, cosmético e alimentício.

Feira Logística.2010 acontece em junho na cidade de Jundiaí, SP

Acontece nos dias 15, 16 e 17 de junho no próximo ano, a Feira Logística.2010, no Parque da Uva, em Jundiaí, São Paulo.Com o crescente desenvolvimento logístico da região, a Feira tem como seu maior objetivo a geração de negócios e a interação com as novas tecnologias, atraindo profissionais qualificados e interessados na troca de informações.O evento, cuja expectativa é reunir 90 expositores e 10 mil visitantes, é organizado pela Adelson Eventos, tem promoção da ABEPL – Associação Brasileira de Empresas e Profissionais de Logística e apoio da Prefeitura de Jundiaí.Conforme pesquisa da ONU, Jundiaí foi a cidade que mais evolui em termos de desenvolvimento humano entre as cidades paulistas médias e grandes nas duas últimas décadas.Mais informações: 11 4526.2637 e www.feiradelogistica.com

Dalçoquio inaugura filial em Pernambuco

Começou a funcionar este mês, em Pernambuco, a 25º filial da Transportes Dalçoquio, localizada em Jaboatão dos Guararapes.Ela atenderá toda a região nordeste do Brasil com a distribuição de pneus leves e pesados. A abertura da nova filial está no planejamento de crescimento proposto pela empresa para os próximos anos.De acordo com o presidente da companhia, Guto Dalçoquio, a instalação de uma unidade na região fortalecerá o atendimento dado aos clientes. “Também daremos mais agilidade ao transporte e com o passar do tempo diversificaremos as cargas transportadas”, garante.Para o vice-presidente, Antonio Bonomini, a Dalçoquio visualizou uma ótima oportunidade de expansão dos negócios. “O nordeste tem se destacado pela infraestrutura oferecida e pelo Pólo Industrial”, destaca.A filial de Pernambuco é gerenciada por Josinaldo Pereira Gomes. Formado em Ciências Econômicas, pós-graduado em Logística Empresarial, Gomes trabalhou por 12 anos na Kraft Foods.

Café da Manhã da ABEPL discute perfil do profissional de logística

A ABEPL – Associação Brasileira de Empresas e Profissionais de Logística está organizando um Café da Manhã Temático para discutir o perfil do Profissional de Logística. O encontro, que terá como palestrante Dárcio Lopes, Gerente Sênior de Recursos Humanos da DHL, acontece no Hotel Intercity, dia 26 de agosto, quarta-feira, a partir das 8 horas. Lopes apresentará a DHL e o seu crescimento nos últimos anos. Também falará sobre o profissional de logística e as oportunidades atuais dentro do segmento e os possíveis cenários futuros. “O profissional que é flexível e atende a demandas de forma rápida e sistêmica se torna uma peça chave não só para o setor de serviços, mas para a indústria em geral”, destaca.As vagas são limitadas e a inscrição é gratuita. Mais informações: 11 4581.2346

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Segundo a Anfavea, venda de caminhões cresceu 13,2%


Em julho, foram licenciados 9.310 caminhões contra 8.223 de junho, representando um crescimento de 13,2%, revela a Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores.
Os números confirmam o crescimento nas vendas de caminhões adiantado na semana passada pela Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, de 12,46%.
Em relação a julho de 2008, quando foram licenciados 11.712 caminhões, houve redução de 20,5%, de acordo com a Anfavea. O acumulado do ano (janeiro a julho) é de 53.742 unidades, 19,8% menor que no mesmo período de 2008, quando foram licenciados 66.991 caminhões.
A produção de caminhões em julho, segundo a associação, cresceu 1,5% em relação a junho: foram 9.507 unidades contra 9.369. Comparando a produção dos meses de julho deste e do ano passado (15.547 unidades), houve redução de 38,8%. Na comparação da produção acumulada dos sete primeiros meses de ambos os anos, a queda é de 34,1%. Foram produzidos 93.058 de janeiro a julho de 2008 e 61.286 no mesmo período deste ano.
Fonte: Carga Pesada

Rodolatina transporta mais de 1 milhão de toneladas no 1º sem. de 2009


Mesmo diante da crise econômica, a empresa paranaense Rodolatina Logística e Transportes – especializada no transporte de cimento a granel – transportou no primeiro semestre deste ano 1 milhão 58 mil e 645 toneladas de cimento, 73% a mais em comparação com o mesmo período de 2008.
Assim, a empresa, que detém 23% do mercado nacional de transporte de cimento a granel, pretende dar continuidade ao seu projeto de expansão. Se o mercado de produção de cimento continuar estável, a expectativa é fechar 2009 com crescimento de 50% no faturamento e aumentar a participação no segmento nacional de silos para 25%.
Segundo o diretor financeiro da Rodolatina, Bruno Zibetti, os motivos do crescimento da empresa, mesmo em tempos de crise econômica, estão ligados aos resultados obtidos por meio do plano de expansão do grupo iniciado no segundo semestre de 2008, que contou com a renovação da frota de caminhões, atingindo hoje 300 veículos no total.
“Continuamos com o projeto de expansão do ano passado, que além de investir na frota, contou com a aquisição de empresas concorrentes. Todo equipamento adquirido está rodando e produzindo. Estamos agora consolidando os investimentos feitos”, explica.
Outro ponto responsável pelo crescimento da empresa é a conquista da atuação do grupo em todo território nacional. “Hoje estamos em todas as regiões do país e com sete filais. Com isso nossa abrangência é nacional, o que nos fornece maior capilaridade, pois com pontos de apoio espalhados pelo país, ganhamos mais produtividade”, ressalta o diretor financeiro.
Para o segundo semestre de 2009, a Rodolatina pretende dar continuidade a expansão no mercado de silos. “Queremos fortalecer essa posição estabelecida em 2009. Temos alguns contratos novos em negociação que poderão permitir um salto de crescimento até o fechamento do ano”, finaliza Zibetti.

Solaris aposta na locação de equipamentos para mercado logístico


A Solaris garante que há bons motivos para que as empresas de logística optem pela locação de equipamentos para trabalhos em altura, manipulação de carga e geração de energia, aliando a produtividade ao baixo custo. São eles: usar o equipamento apropriado sempre que preciso, atender ao cronograma das operações com eficiência e produtividade, reduzir o investimento em ativos e, ainda, evitar custos de manutenção.
Segundo a supervisora de comunicação Patrícia Bratt Szpiczkowski, um diferencial interessante do setor de locação da Solaris é o fato de a empresa também alugar equipamentos por períodos curtos, como dias, semanas ou meses, já que alguns concorrentes optam apenas por longos contratos de locação.
Na visão dela, o momento atual, ainda em virtude da crise mundial, é propício para a locação e, por isso, as expectativas da Solaris são muito boas. “Antes as empresas compravam os equipamentos e os utilizam por um tempo. Hoje em dia é mais viável locar, em função dos custos”, explica.
Especificamente para o setor de logística, Patrícia indica as plataformas tipo tesoura, com destaque para as máquinas elétricas, que são mais leves e menos ruidosas do que as movidas a diesel. “São ideais para locais fechados e com pouco espaço, como armazéns e corredores de Centros de Distribuição”, assegura.

Grupo Linx promove Road Show sobre "Tendências Mundiais para o Comércio" em nove cidades brasileiras


O Grupo Linx, especializado em soluções corporativas informatizadas para empresas de varejo e atacado, realiza Road Show sobre "Tendências Mundiais para o Comércio" entre os dias 26 de agosto e 6 de outubro em nove cidades do País. O evento tem como palestrante o consultor de varejo Luiz Antônio Cruz Secco, profissional que atuou por mais de 15 anos na rede Mesbla S. A., chegando a CEO e membro do Comitê Executivo, e que hoje compartilha sua experiência e conhecimento sobre a área de comércio varejista para apoiar grandes empresas na tomada de decisão.
A modalidade de Road Show é a versão itinerante da palestra oferecida pelo Grupo Linx aos seus clientes, parceiros, colaboradores e também a todos aqueles que tenham interesse em conhecer um pouco mais sobre o universo do comércio.
A abertura do ciclo Road Show acontece no dia 26 de agosto, na cidade de Salvador, BA. Posteriormente, Recife, PE, recebe o Road Show no dia 27 de agosto. Já em setembro, os empresários podem conferir o evento em Belo Horizonte, MG, e Vitória, ES, nos dias 9 e 10 de setembro. Após as regiões nordeste, sul e sudeste, o Road Show encerra no norte do País, com sua última apresentação na cidade de Belém, no estado do Pará.

Parceria Logweb/Aduaneiras permite respostas a perguntas sobre transportes internacionais

Através de uma parceira com a Aduaneiras, o portal Logweb está possibilitando que as perguntas mais frequentes sobre transportes internacionais, comércio exterior, logística, câmbio e transporte sejam respondidas.
Veja no portal Logweb, em “Aduaneiras Responde”, ou clique no link http://www.logweb.com.br/index.php?urlop=pag&pid=YWR1YW5laXJhLmh0bWw=

Indústria de implementos rodoviários registra crescimento nas vendas pelo segundo mês consecutivo


O desempenho do setor de implementos rodoviários registrou crescimento pelo segundo mês consecutivo. Ao se considerar o volume global (todas as famílias de implementos rodoviários), o mercado absorveu, durante o mês de julho de 2009, volume de 10.599 unidades, superando em 14,54% os 9.253 emplacamentos realizados em junho.
Em termos de categoria de implementos, os fornecedores da linha pesada (reboques e semirreboques) emplacaram 3.701 implementos e registraram crescimento de 7,49%, ante os 3.443 equipamentos do mês anterior. No caso dos implementos da linha leve (carroçarias sobre chassis), foram realizados 6.898 licenciamentos, que representaram crescimento de 18,73%, quando comparados aos 5.810 implementos comercializados em junho.
“O resultado positivo nos dois últimos meses é importante para dar um ânimo para as empresas do setor, mas não é suficiente para zerar nossas perdas. Afinal amargamos quedas de produção e vendas desde setembro de 2008”, diz Rafael Wolf Campos, presidente da ANFIR – Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários.

TOTVS e Unicamp firmam parceria na área de logística


A TOTVS, especializada no desenvolvimento e comercialização de softwares de gestão empresarial integrada e na prestação de serviços relacionados, fechou parceria com o Laboratório de Aprendizagem em Logística e Transporte da Unicamp. O objetivo é promover encontros periódicos – entre participantes, clientes e acadêmicos – para debater questões como tendências, dificuldades e oportunidades no mercado de distribuição, logística e varejo.
Até o final do ano, uma série de palestras está programada. Entre os assuntos a serem debatidos estão Tecnologia da Informação Aplicada à Gestão da Cadeia de Suprimentos, Gestão de Risco em Logística e Escolha de Fornecedores na Cadeia de Suprimentos. Outras informações sobre horários e inscrições pelo site www.fec.unicamp.br/~lalt

Superintendente da Appa sugere medidas para incentivar operações de cabotagem no Paraná


O superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Daniel Lúcio Oliveira de Souza, irá apresentar ao Conselho de Autoridade Portuária (CAP) uma proposta que prevê a diferenciação nas tarifas cobradas para as operações de cabotagem e as de longo curso realizadas nos portos do Paraná.
A medida, segundo Souza, é uma forma de incentivar a navegação costeira, que apresenta vantagens se comparada ao transporte rodoviário. “A cabotagem é o meio de transporte que mais gera benefícios para a economia. Nas longas distâncias, a transferência de produtos deve ser feita pela navegação costeira, e não por caminhão, que é destinado à interiorização de determinadas cargas ou para percorrer percursos menores. O custo de uma tonelada de mercadorias transportadas por caminhão é quatro vezes mais cara que se fosse transportada por navio”, disse o superintendente.
O tema foi amplamente debatido no 1º Seminário sobre o Desenvolvimento da Cabotagem Brasileira, realizado na última semana, em Brasília, quando o superintendente da Appa teve a oportunidade, também, de apresentar ao ministro da Secretaria Especial de Portos (SEP), Pedro Brito, as ações que estão em andamento nos portos do Paraná.
Levantamento feito no Porto de Paranaguá mostrou que apenas 4% da movimentação de contêineres aconteceu por cabotagem. No Brasil, dos 7,5 milhões de TEUs movimentados em 2008, 13% foram em operações de cabotagem.

Vendas de papelão ondulado crescem em julho

As vendas do setor de papelão ondulado foram de 194 mil toneladas em julho último, representando crescimento de 3,78% em relação a junho deste ano (186,9 mil toneladas) e queda de 3,78% em relação a julho de 2008 (201,8 mil toneladas).
O setor acumula vendas de 1.245,7 toneladas até julho de 2009 (1.333,6 mil toneladas até julho de 2008). "As vendas mensais do setor apresentam melhora consistente em 2009", comenta Paulo Sérgio Peres, presidente da ABPO – Associação Brasileira do Papelão Ondulado, responsável pelos dados

ABEPL promove palestra com gerente da DHL


A ABEPL – Associação Brasileira de Empresas e Profissionais de Logística vai promover, no dia 26 de agosto próximo, a partir das 8 horas, no Hotel Intercity, em Jundiaí, SP, Café da Manhã com o tema “profissional de logística”.
O palestrante convidado é Darcio Lopes, gerente sênior de Recursos Humanos da DHL, que vai apresentar a empresa e o seu crescimento nos últimos anos. Lopes também vai falar sobre o profissional de logística, as oportunidades atuais no segmento e os possíveis cenários futuros.
Mais informações pelo Tel.: 11 4581.2346

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

A vez dos eletroeletrônicos


Continuando com o nosso "guia de transportadoras e operadores logísticos", nessa edição destacamos o setor de eletroeletrônicos, com a participação de dois embarcadores e informações sobre várias empresas que fazem a distribuição destes produtos, tanto na área industrial quanto de bens de consumo.
Mas, outros assuntos também merecem enfoque especial: as embalagens utilizadas no setor farmacêutico, destacando a variedade de tipos, os cuidados com a higienização e os pontos críticos; a aplicação dos galpões industriais em tempos de crise, com enfoque nos estruturais, pré-fabricados, infláveis e modulares e também nas novas tecnologias; os vários exemplos de aplicação do RFID, abrangendo, ainda, a aplicação desta tecnologia em nosso país e as novidades; como deve ser feita a escolha correta dos pneus para empilhadeiras, para se evitar prejuízos, bem como as consequências da escolha errada; e um balanço do desempenho dos setores de cabotagem e ferroviário. Além destas, outras matérias destacam as uniões recentes entre empresas do setor, fazendo surgir um Operador Logístico de grande porte, e as novas instalações de outra empresa do segmento de transportes.
Isto só citando algumas matérias. Já que muitas outras também oferecem uma atualização aos profissionais do setor, permitindo acompanhar as tendências e as novidades. Pesquisa nacional — A propósito dos serviços de transportes, destaque desta edição, lembramos que as revistas FROTA&Cia e Logweb estão preparando a 3ª Pesquisa Nacional de Desempenho dos Fornecedores de Serviços de Transportes, com o objetivo de identificar e destacar as transportadoras rodoviárias de cargas, de mérito reconhecido junto ao mercado de fretes, bem como as vencedoras do Prêmio Top do Transporte 2009.
Estão sendo "convocadas" para votar empresas embarcadoras de cargas dos seguintes setores: automotivo, eletroeletrônico, farmacêutico, perfumaria, cosméticos e higiene pessoal e químico.
Esse levantamento inédito adota uma metodologia aprovada pelo mercado, baseada nas notas de desempenho atribuídas pelos próprios contratantes de fretes aos seus fornecedores de transportes. Mais informações podem ser obtidas no site www.topdotransporte.com.br.
Wanderley Gonelli Gonçalves – Editor

Distribuindo os produtos eletroeletrônicos

O destaque do guia setorial desta edição da revista Logweb é o setor de eletroeletrônicos. Várias transportadoras e Operadores Logísticos atuam nesta área. A distribuição dos produtos eletroeletrônicos tem as suas peculiaridades. Afinal, eles chamam a atenção pelo seu valor e pela sensibilidade aos choques e variações de temperaturas, entre outras características.
Duas empresas voltadas à fabricação de produtos eletrônicos participam desta primeira parte de nossa matéria especial. A segunda parte envolve as tabelas com as transportadoras e os Operadores Logísticos que atuam na área. Industrial A Siemens (Fone: 11 3833.4553) trabalha com frota terceirizada - Atlas a nível Brasil, JSA em São Paulo e na Grande São Paulo e Varig Log no aéreo."Os serviços que estas empresas oferecem incluem rastreabilidade das cargas até o momento da entrega, troca de arquivos via EDI e posto avançado", comenta Alexandre Trambaioli – Industry Sector-Warehouses – da Siemens.
Ele também conta que as maiores dificuldades de operação na área de produtos eletroeletrônicos – por exemplo, no transporte e na armazenagem – é a fragilidade de alguns segmentos, cujo custo do frete se torna caro pela sensibilidade dos produtos – "neste caso, temos que contratar transportes especiais", diz.
A propósito, Trambaioli aponta os diferenciais logísticos do setor eletroeletrônico em relação aos outros setores: a necessidade do cliente do setor eletrônico é distinta dos demais, pois há um curto espaço de tempo para garantir a entrega e o faturamento (maior parte no fim do mês, devido aos tributos fiscais). Nos outros segmentos, existe programação com diluição do volume ao longo do mês. "Quanto à logística reversa dos eletroeletrônicos, trabalhamos com devoluções pontuais autorizadas pela área de venda", completa. Uso geral No caso da LG Electronics (Fone: 4004-5454 ou 0800-7075454), a empresa atua com frota terceirizada e os veículos e tipos variam muito de acordo com a carga a ser transportada. "Trabalhamos com aproximadamente 20 transportadoras, em todos os modais", diz Marcello Toledo, gerente de logística da empresa.
Ele também conta que os serviços oferecidos por estas transportadoras são os mesmos do mercado – somente uma presta um serviço diferenciado, moldado às necessidades da LG, justificado pela obtenção das metas.
Com relação às maiores dificuldades de operação na área de produtos eletroeletrônicos, Toledo conta que, no caso da LG, é o transporte de MAO – a distância é a maior dificuldade para o reabastecimento dos clientes da empresa.
"Por outro lado, os diferenciais logísticos do setor eletroeletrônico em relação aos outros setores é a necessidade de melhorar a performance de atendimento, os sucessivos aprimoramentos e os lançamentos constantes de produtos", completa.

Trafti é o mais novo Operador Logístico do mercado brasileiro


Quatro anos após o surgimento da ideia de fusão, a Trafti (Fone: 11 4358.7000), que já nasce com um faturamento anual de R$ 250 milhões, tendo perspectiva de aumentar este número para R$ 400 milhões em um prazo de cinco anos, é fruto da união entre Ajofer (Fone: 11 2139.6600), Fantinati (Fone: 11 4353.3333), Trans-Postes (Fone: 11 4357.4100), Transvec (Fone: 11 4391.5555) e Mestralog (Fone: 11 4358.7000) – empresas que, juntas, somam quase 150 anos de experiência na prestação de serviços logísticos para diferentes segmentos.
O processo de fusão, que somou mais de 4.000 horas de reuniões, teve início em setembro de 2008 e foi encerrado no último mês de junho, quando a Trafti, o mais novo Operador Logístico do País, foi oficialmente apresentada. No entanto, em 2006, a criação da Mestralog – especializada em prover serviços logísticos na movimentação de carga geral, contêiner, armazenagem e distribuição, e que foi formada pelos mesmos executivos que hoje compõem o quadro de acionistas da Trafti – serviu como uma espécie de tubo de ensaio para a formação desta que é apontada pelos próprios sócios como um dos 10 maiores Operadores Logísticos do Brasil.
Segundo o CEO e sócio da Trafti, Antonio Wrobleski Filho, ex-presidente da Ryder, ousadia, inovação e passado são três pontos muito importantes que serão fortemente explorados para o sucesso da empresa, a qual dispõe de 20 unidades espalhadas pelos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina; uma frota de 1.000 equipamentos; 50.000 m2 de armazéns cobertos e uma área total de 250.000 m2; uma carteira com mais de 500 clientes; e cerca de 1.300 funcionários, dos quais 1.000 são diretos e 300 agregados.
Wrobleski Filho, que liderou o processo de fusão, destaca que as cinco empresas que deram origem a Trafti oferecem a possibilidade de atender, de forma customizada, as demandas de serviços logísticos de diferentes indústrias, como a automobilística, sucroalcooleira, alimentos, hightec e farmacêutica. Ele aponta, ainda, que além de transporte, a Trafti poderá executar operações e movimentações em portos e aeroportos, além de prestar serviços de armazenagem. "Por isso, a empresa surge com a vantagem competitiva de congregar uma longa experiência no desenvolvimento e implantação de soluções logísticas de acordo com as necessidades dos clientes em qualquer setor, agregando, literalmente, os três modais: terrestre, aéreo e marítimo", afirma.
Do ponto de vista de Everson Machado, da Trans-Postes, a fusão vem em um excelente momento, já que nos últimos anos surgiram muitos operadores logísticos e, com isso, a tendência para as empresas que trabalham apenas com transportes é ter uma vida muito curta daqui pra frente ou então virar meros carreteiros destes operadores.
Antonio de Oliveira Ferreira, da Ajofer, segue a mesma linha de raciocínio do companheiro da Trans-Postes e aponta que a Trafti é uma visão de futuro dos empresários que observaram a necessidade de criar um grande Operador Logístico nacional. Ele ressalta, ainda, que todos os clientes da Ajofer apoiaram a ideia, lembrando que há uma demanda muito grande que, sozinha, a Ajofer não conseguiria atender. "É aí que entram a sinergia e a soma de expertises", aponta. Endossando a opinião de Ferreira e lembrando, também, da base de clientes, Marco Capitano, da Transvec, diz que as empresas que compõem a Trafti se completam e há uma grande sinergia para oferecer operações logísticas completas.
Na opinião de Wrobleski Filho, as cinco empresas já são conhecidas e têm sucesso nos mercados em que atuam. Por isso, ele destaca que é preciso um planejamento muito bem feito, levando em conta a base atual de clientes, para que não haja nenhuma alteração nas operações que já vinham sendo executadas. Outra preocupação latente dos diretores da Trafti é que os funcionários compreendam com naturalidade o processo de transição, que deve durar até meados de dezembro deste ano.Diferencial: divisão em silos de atuação
O CEO da Trafti já atuou na linha de frente de grandes empresas, como a Ryder, por exemplo. E ao longo de sua trajetória no segmento de logística criou o conceito batizado de silos de atuação, que basicamente consiste em dividir totalmente o atendimento a determinado setor congregando pontos fundamentais dedicados, como tecnologia, sistemas e profissionais com treinamento adequado.
Seguindo este conceito, a Trafti separou os principais segmentos a serem atendidos em divisões como automobilística, alimentos, farmacêutica, alta tecnologia, higiene, limpeza, química e linha branca, entre outras. Para justificar esta diferenciação no tipo de atendimento, Wrobleski Filho cita a indústria de alimentos, na qual os serviços contemplam armazenagem e distribuição de produtos perecíveis com saídas constantes, e a automobilística, que atua com operações Milk Run e tem linhas de produção que trabalham em tempo real, com o mínimo possível de estoque. "Outros segmentos, como o farmacêutico, necessitam de atenções especiais, como controle de temperatura para armazenagem e transporte e efetividade de entregas de produtos com prazos de validade rigorosos", argumenta.
De acordo com o executivo, atendendo a este conceito, a Trafti respeita as características distintas das operações de cada segmento e, por isso, dispõe de profissionais técnicos capacitados para atuar nas demandas de cada uma destas verticais de negócio. "Isto envolve a soma de esforços comerciais, profissionais, tecnológicos, treinamento e expertise", afirma.
Para dar o suporte tecnológico necessário para atender às particularidades das operações, a empresa conta com a CSC – Central de Soluções ao Cliente, que atua desde o entendimento das necessidades do parceiro até a participação em projetos futuros, contando com suporte de especialistas em todas as etapas da cadeia logística; e o GCT – Gerenciamento e Controle de Transportes, que é responsável pela gestão da frota e dos modais a serem utilizados nas operações.Valorizando o passado e pensando no futuroAlém de explorar a experiência das cinco empresas, a Trafti já pensa no futuro. Em curto prazo a empresa pretende expandir sua atuação para as regiões Norte e Nordeste do Brasil, além de países como Argentina, Chile, Colômbia e Uruguai. Os investimentos nos próximos cinco anos devem girar em torno de R$ 20 milhões anuais, em sua maioria voltados para implantação de tecnologias para gerenciamento das operações logísticas. "Vamos investir nos softwares ERP, TMS e WMS. Após isso, calculamos nosso investimento anual para implantação de ações de melhoria de processos, programas de gestão ambiental e renovação da frota", conta Wrobleski Filho.
Ele diz que para o futuro nada está descartado e tudo depende das oportunidades que forem surgindo. "Tudo o que servir como forma de alavancagem financeira, inclusive adquirir outras empresas, será analisado pela Trafti", revela para, em seguida, garantir que mais novidades serão anunciadas nos próximos meses. "Não estamos nos unindo para permanecer do mesmo tamanho. A meta é dobrar de tamanho em quatro ou cinco anos", complementa.

Em época de crise, galpões industriais encontram novas aplicações


Os galpões estruturais, pré-fabricados, infláveis e modulares encontram aplicações diferenciadas no atual momento, sendo empregados nos mais diversos segmentos e para as mais variadas aplicações. Para isto, também contam com novas tecnologias. Num momento de crise como o que vivemos, os galpões estruturais, pré-fabricados, infláveis e modulares encontram aplicações diferenciadas? Este é o tema central desta reportagem especial da revista Logweb.
Neste sentido, Alexandre Dias, diretor da Alumitex (Fone: 0800 771.8533) – que fabrica, loca e vende galpões estruturais – diz que sim, pois, em períodos de crise, se torna necessário o armazenamento de produtos acabados e matérias-primas, pois muitas empresas não podem reduzir drasticamente o seu ritmo de produção, considerando que as vendas diminuem e a necessidade de estocagem aumenta.
Por sua vez, Luiz Carlos de Souza Pastore, da divisão comercial da Fix Implementos Rodoviários (Fone: 11 3318.3199), que fornece galpões industriais, lonas para sider e para carga seca (Vinitruck), diz que, em tempos de crise, podemos destacar o não pagamento de impostos, já que este tipo de estrutura não é considerado como área construída, "sem nos esquecermos da rapidez na execução/instalação, pois uma estrutura de até 1.000 m2 pode ser montada em até três dias", afirma. Ele também lembra que por serem fruto de uma tecnologia sofisticada, as estruturas de membrana tensionadas normalmente possuem custos elevados em relação às construções convencionais. "Porém, atualmente a relação custo-benefício tem imperado e, levando-se em conta que estas estruturas podem vencer grandes vãos, podem também ser totalmente dobradas, desmontadas e/ou transportadas de acordo com a necessidade, sendo de grande vantagem em determinados casos", completa.
Maristela A. Polimeno, gerente comercial da Galleon Estruturas Pré-Moldadas de Concreto (Fone: 11 4790.1503), que executa estruturas em concreto pré-moldado, lembra que este material se adapta a projetos comerciais, residenciais, rurais e institucionais (igrejas), mas podem ser executados de qualquer tamanho, logo se adapta às necessidades básicas dos clientes.
Quem também comenta o assunto é Anderson Ortiz dos Santos, coordenador da consultoria técnica da Medabil (Fone: 54 3273.4000), que atua com sistema construtivo metálico. "O grande diferencial de estruturas pré-engenheiradas é a rapidez que proporciona nas fases de projeto, fabricação e montagem, gerando o início de utilização do empreendimento de forma rápida e, consequentemente, podendo acarretar um retorno de investimento com maior rapidez, além de gerar menos desperdícios, que é uma forma de economia", destaca.
"Os galpões estruturados oferecem respostas diferenciadas, pois são fáceis de montar e não necessitam de fundação para instalação", destaca, por sua vez, Sebastião Luis da Silva, gerente comercial da Rentank (Fone: 11 4138.9266), que fornece galpões estruturados com fechamento em lona vinílica.Por fiz, Cláudio Bonetto, diretor industrial da Topflex (Fone: 11 3311.7878), que fabrica galpões estruturados revestidos em lona, galpões retráteis revestidos em lona e automatizados, também dá a sua opinião sobre este assunto: "as empresas que estavam com planos de expansão e com investimentos de produção em andamento optaram por armazenar seus produtos provisoriamente nos galpões industriais".Novas tecnologiasPor outro lado, novas tecnologias foram agregadas à produção e à operação dos galpões?
Fernando Balestrim Dourado, gerente de Produção e Qualidade da Araya do Brasil Industrial (Fone: 12 2123 4200) – fabricante de estruturas metálicas com coberturas em lonas vinílicas Vinigalpão e estruturas metálicas tubulares espaciais com cobertura em telhas metálicas –, conta que as novas tecnologias aplicadas ao produto Vinigalpão são as coberturas e fechamentos com lonas térmicas, diminuindo sensivelmente a temperatura interna dos galpões. Outra tecnologia – ainda segundo Dourado – é a utilização nas estruturas metálicas de pintura eletrostática em pó, revertendo para o usuário final maior durabilidade do produto, além de opção de cores das estruturas, saindo do usual galvanizado, e melhor visualização, principalmente das colunas nas operações internas.
"Atualmente existem diversos tipos de produtos com usos distintos. No caso de armazenagem, os galpões são de aço em função do custo da matéria-prima. Para eventos são utilizadas estruturas de alumínio, por questões estéticas e de agilidade na montagem e desmontagem. Os infláveis têm a montagem extremamente rápida, porém o ambiente interno deles não é o mais adequado para permanência de pessoas, além de necessitarem de equipamentos suplementares, como geradores e eclusas, representando gastos extras de combustível ou energia para o cliente", avalia Dias, da Alumitex.
Para Pastore, da Fix, as obras de coberturas são executadas com a mais alta tecnologia, começando pelo projeto que utiliza programas para cálculos baseados em elementos finitos, até chegar à escolha da membrana. "As membranas atuais não são em nada comparadas com as imagens de lonas quase descartáveis que conhecíamos, estendidas para festas, circos, etc. Hoje em dia, até mesmo os circos utilizam estruturas tensionadas. As membranas possuem algumas características que agregam valores de conforto e segurança, como proteção contra raios UV, proteção antifungos e proteção antichamas", diz ele.
A gerente comercial da Galleon lembra que, ainda em termos de tecnologia, hoje temos, além das lajes pré-moldadas, os painéis de fechamento, ou seja, placas pré-moldadas que, ao serem encaixadas, fecham a obra como um todo.
"Novas tecnologias são desenvolvidas constantemente na Medabil, especialmente no que tange a benefícios ecológicos. Dentre elas podemos destacar as placas de lentes prismáticas que são instaladas, adequando-se ao sistema e que proporcionam luz natural nas obras, com uma quantidade menor de aberturas na cobertura. Também destacamos o sistema de ventilação natural e estático na cobertura, onde ocorre circulação de ar natural, proporcionando conforto térmico. E a captação de água de chuva para reuso através de calhas e sistema de armazenamento", aponta o consultor da empresa.
Silva, da Rentank, também cita as novidades da sua empresa: a nova linha Flex, que oferece pé-direito de 6,20 m e "mantém a mesma característica de facilidade de transporte e montagem".
No caso da Topflex, Bonetto destaca que a empresa constantemente investe em novas tecnologias para atender às necessidades do mercado, melhorando o ambiente interno no que diz respeito à ventilação, à iluminação e preocupados com a preservação do meio ambiente. "A Topflex é a pioneira em galpões de lona retráteis (tetos removíveis) automatizados, em projeto especiais como uma arena coberta em lona de 12.000 m² com capacidade para 12.000 pessoas", diz ele.Projetos especiais Já que o assunto se voltou para novas aplicações, quais seriam os casos diferenciados de uso dos galpões?O diretor da Alumitex lembra que os casos de utilização de galpões temporários são os mais diversos possíveis, desde eventos de grande porte, áreas auxiliares durante a construção de grandes empresas, armazenamento em geral e até abrigos emergenciais em decorrência de tragédias da natureza, como, por exemplo, enchentes ou desabamentos.
"De fato, a utilização é a mais diversificada possível, que vai desde a armazenagem de produtos industriais, agrícolas, eletrônicos, etc., ou ser uma entre as mais conhecidas e destacadas estruturas, entre as quais podemos citar o terminal de passageiros de Jeddah, na Arábia Saudita, criado em 1981, o Estádio Rei Fahd, Riad, também na Arábia Saudita, que atua desde 1992, o Aeroporto de Denver, em 1993, e, mais recentemente, em 1999, o Dome do Milênio", acrescenta Pastore, da Fix.Ainda como novos projetos, Santos, da Medabil, enumera o Centro de Distribuição Climatizado da Bomi em Itapevi, SP, primeiro CD da Bomi no mundo com conceito "Green-building". "Nesta obra foi utilizada uma vasta gama de produtos desenvolvidos pelo sistema construtivo da Medabil, a fim de que fosse possível para o cliente adquirir a certificação Leed (The Leadership in Energy and Environmental Design)", informa o coordenador de consultoria técnica.
No caso da Rentank, o gerente comercial destaca que foi feita a montagem, em tempo recorde, de uma nova área de produção para uma importante empresa do setor automobilístico que foi atingida por um sinistro, sem comprometer o andamento das atividades.
Dourado, da Araya, por sua vez, cita o caso realizado para a ThyssenKrupp, de Campo Limpo Paulista, SP, onde, na cobertura e nos fechamentos dos galpões foram utilizadas lonas térmicas, minimizando a temperatura interna dos mesmos. "Outro caso foi o da Estre Biorremediação, onde, devido à necessidade do cliente, utilizamos altura livre de 8,0 m com quatro unidades geminadas, totalmente estanques, impedindo/ou minimizando a saída do ar interno dos galpões", completa o gerente.Coberturas metálicasJá no caso da Marko (Fone: 0800 702,0304), a especialidade envolve sistemas integrados de estrutura e cobertura metálica roll-on.
Fernanda Borges, gerente de marketing, conta que, mesmo diante da crise mundial, alguns segmentos mantiveram seus projetos numa linha de crescimento, como é o caso da construção de shoppings. "Trata-se de um nicho que estamos diretamente envolvidos", afirma, ressaltando que a empresa foi a responsável pela cobertura de alguns deles. "É um nicho que ainda tem muito a ser explorado, principalmente nas Regiões Norte e Nordeste. Afinal, estamos falando de shoppings, que representam 2% do PIB e já são responsáveis por quase 20% do varejo nacional", alerta.
Além dos shoppings, a empresa segue fomentando as construções dos Centros de Distribuição dos principais varejistas do país, além dos supermercados em si. "Os grandes CDs vêm utilizando cada vez mais estruturas metálicas pré-fabricadas. E a Marko, através do roll-on, atende perfeitamente a essa demanda", explica a gerente.Segundo Fernanda, mesmo com a crise, as obras ligadas ao mercado de varejo e logística ainda estão demandando. Ela também destaca que o roll-on pode ser aplicado a diversos setores, tanto na indústria, como no varejo e na área de logística. "Temos até exemplo da implantação de coberturas para a locadora BlockBuster, além de igrejas e hangares. Um case interessante é o do CD do Magazine Luiza, pois utilizou o roll-on como alternativa sustentável para viabilizar o reaproveitamento de águas pluviais", informa.
Fernanda também ressalta a questão da sustentabilidade, que atualmente é a palavra de ordem no mundo. "Dessa forma, procuramos incentivar diversas soluções nessas áreas. Recentemente nos filiamos à GBC – Green Building Council, organização que tem como missão desenvolver a indústria da construção sustentável no país. A GBC já tem mais de 100 associados, entre eles 3M, Wall-Mart, ABN Amro Real, Kimberly-Clark do Brasil, entre outras. Com esta iniciativa, a Marko pretende participar mais efetivamente destas questões, unindo esforços na busca por melhores práticas para implementação do desenvolvimento sustentável no Brasil", afirma a gerente de marketing.
Neste sentido, ela destaca que o sistema fabricado pela empresa tem característica sustentável por facilitar a captação de águas pluviais para reuso e possibilitar a economia de energia. Também se engaja totalmente na campanha "One Degree Less", através do uso da bobina pré-pintada branca. A campanha é incentivada pela GBC e estimula a população a pintar as coberturas de suas residências ou empresas com tintas claras reflexivas. Segundo pesquisas, a utilização deste artifício proporciona uma redução de até 20% no gasto com ar-condicionado.

ANTT faz campanha de prevenção contra a Influenza “A” (H1N1)

A ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres disponibiliza no site www.antt.gov.br o link para acessar as informações do Ministério da Saúde e Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária sobre a Influenza A (H1N1).
A partir da próxima semana, a Superintendência de Fiscalização da ANTT, em parceria com os órgãos federais de saúde, inicia a distribuição de uma cartilha impressa com perguntas e ilustrações sobre prevenção contra o vírus.
O público alvo da campanha, na área de atuação da Agência, são os usuários do transporte coletivo interestadual e internacional de passageiros, e os transportadores rodoviários de cargas (motoristas de caminhão). São pessoas que por força do trabalho ou a lazer, se deslocam entre estados e/ou países por onde comprovadamente o vírus já circula livremente.
O material será distribuído nos postos de fiscalização da ANTT localizados nos principais terminais rodoviários do país e nas balanças de pesagem das rodovias federais concedidas. Os terminais rodoviários das cidades de fronteira internacional terão a divulgação intensificada.
INFLUENZA “A” (H1N1): É uma doença respiratória aguda (gripe), causada pelo vírus A (H1N1). Este novo subtipo do vírus da influenza é transmitido de pessoa a pessoa principalmente por meio da tosse ou espirro e de contato com secreções respiratórias de pessoas infectadas.

Nova data para pagamento de ICMS gera divergência


A partir de agosto, o setor de Transporte Rodoviário de Cargas entra em uma nova sistemática de cobrança do ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços, pela qual o recolhimento do tributo deve acontecer no 3º dia útil do mês subsequente.
Os empresários, porém, afirmam que esse prazo é incompatível com as particularidades da atividade e buscam uma solução. Ontem, 30/07, 14 sindicatos do segmento se reuniram para traçar uma estratégia de atuação e mobilizar o governo estadual por uma alteração na data do recolhimento.
Segundo Marco Aurélio Pereira, consultor jurídico do Sindicato das Transportadoras da Grande ABC (Setrans), a Secretaria da Fazenda inviabiliza a apuração do ICMS do segmento, quando determina que o imposto deve ser pago no 3º dia útil do mês seguinte. Pereira antevê um caos. “Vamos ter que calcular por estimativa e consertar ao longo do mês o valor, o que vai implicar ou pagamento de multa para quitar uma eventual diferença ou o pedido de restituição”, considera.
Para o consultor jurídico do Sindicato, “não resta alternativa a não ser a alteração do prazo de vencimento do ICMS para pelo menos o dia 25 do mês subsequente, utilizando argumento da isonomia com a atividade do Transporte Rodoviário Coletivo de Passageiros, com Itinerário Fixo, Intermunicipal, Interestadual e Internacional, inserido neste vencimento, como forma de se fazer justiça”, afirmou.
A Fazenda, por sua vez, não aceita negociar, segundo Pereira, o que já foi acordado. Até julho de 2008, as transportadoras de carga estavam na substituição tributária. Com a inversão do modelo veio o pagamento do tributo, mas as empresas tiveram o prazo dilatado por algum tempo até se adaptaram ao modelo. “Excepcionalmente, para os fatos geradores ocorridos entre setembro de 2008 e junho de 2009, os decretos 53.361, de 29 de agosto de 2008, e 54.060, de 26 de fevereiro de 2009, estabeleceram prazos mais dilatados, para que as empresas pudessem se adaptar à revogação do artigo 139 do Anexo I do ICMS, que previa a substituição tributária nas operações de transporte de cargas. Essa dilatação de prazos foi acordada com a Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de São Paulo (Fetcesp) para vigorar temporariamente”, informou em nota da Fazenda estadual.
Fonte: DCI

Brasil propõe integração energética em combustíveis com o Chile


Juntos, Brasil e Chile podem estabelecer um mercado mundial de combustíveis renováveis, mais limpos e baratos que os derivados do petróleo, e que gere mais emprego e renda para o trabalhador do campo. A proposta foi feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva à chefe de Estado chilena, Michelle Bachelet, que se encontraram na última quinta, 30/7, na Fiesp – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo.
O governo brasileiro cobra uma decisão sobre o aumento da adição de etanol à gasolina vendida no Chile, proposta no acordo de cooperação energética assinado pelos países em 2007 – para pesquisa, desenvolvimento e produção de biocombustíveis –, que não avançou.
Para a presidente chilena, o governo está pronto para colaborar com os investimentos de petróleo. Acredita-se que a presença da Petrobras em território chileno – com a aquisição da rede de distribuidores da petrolífera americana ExxonMobil no país vizinho, anunciada em agosto do ano passado – vá facilitar as negociações para adição de maior percentual de etanol à gasolina, que hoje está aprovado em 5%, mas ainda não foi implementado. O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, também cobrou a efetiva incorporação do etanol brasileiro no combustível chileno, e que o país vizinho começasse a pensar na utilização de veículos “flex fuel”, os bicombustíveis.
“Adicionando apenas 5%, sem que seja necessária qualquer alteração nos motores dos veículos, já seria considerável ajuda no esforço governamental de diminuir a poluição do ar nas grandes cidades chilenas, em especial Santiago”, disse. Mas, segundo ele, esse percentual pode crescer até os 25% praticados no Brasil, de forma progressiva, desde que se façam pequenos investimentos na adaptação dos motores.

E-Sales lança módulo de mobilidade para transporte


A E-Sales lança em agosto a ferramenta E-Mobile, módulo de mobilidade incorporado à solução Entregou-Evolution. A novidade proporcionará a troca de informações em tempo real via telefone celular.
De acordo com Everton Reis (foto), gerente de desenvolvimento da empresa, o Entregou-Evolution incorporou na sua solução a Eficiência Operacional de Entrega, com o foco de medir a eficiência real da entrega mediante a ocorrência finalizadora. “O embarcador poderá avaliar a eficiência operacional do transportador, como também comparar a eficiência operacional entre seus parceiros de transporte”.
Ele explica que o módulo, além de permitir a execução das baixas nas entregas e suas ocorrências on-time, possibilita o uso do celular para receber e executar as solicitações de coletas, agilizando o envio da informação à equipe em trânsito e melhorando o controle e o acompanhamento da operação.
“Oferece, também, benefícios, como o aumento de produtividade e confiabilidade na operação, bem como a facilidade de identificação e rastreabilidade”, complementa, acrescentando que o módulo E-Mobile também poderá ser comercializado para uso integrado aos TMS e ERPs já existentes.

Bosch abre inscrições para o Programa de Trainee 2010

Já estão abertas as inscrições para o programa de trainee 2010 da Robert Bosch. Os interessados podem inscrever-se pelo site www.bosch.com.br até o próximo dia 31 de agosto. Há 11 vagas disponíveis para atuação nas fábricas da Bosch instaladas em Campinas, SP.

Neste ano, para se candidatar, a pessoa interessada deve ser formada ou estar cursando o último ano do ensino superior em um dos seguintes cursos: Engenharia Mecânica/Mecatrônica; Engenharia Elétrica/Eletrônica; Engenharia de Produção; Administração; Administração com ênfase em Logística ou Comércio Exterior.

Também são pré-requisitos a fluência no idioma inglês e a disponibilidade para viagens nacionais e internacionais. Pós-graduação, concluída ou em andamento, é um quesito desejável.

As competências avaliadas pela Bosch em um trainee são: orientação para resultados, orientação para o futuro, cooperação, comunicação, visão generalista e características de liderança.

O programa de trainee Bosch tem duração de dois anos, divididos em módulos de quatro a seis meses em diferentes áreas, com a possibilidade de realização de um módulo no exterior.

Além disso, outro diferencial é o acompanhamento de um mentor que durante o programa, com sua experiência, ajuda o trainee a traçar e direcionar sua carreira. Está previsto também um cronograma de treinamentos oferecidos para o desenvolvimento profissional do participante do programa.

O processo seletivo inclui a inscrição via internet, testes de idioma, lógica e conhecimentos gerais, dinâmica de grupo, painel com gestores e entrevista final com o futuro mentor do trainee.

Entre os benefícios oferecidos pela Bosch estão: participação nos lucros e resultados, remuneração variável, 100% de subsídio para curso do segundo idioma estrangeiro durante o programa (se necessário), assistência médica e odontológica, seguro de vida, previdência privada, transporte coletivo, restaurante no local e acesso ao clube Bosch. O salário oferecido pelo programa 2010 é de R$ 4.100,00.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

NORMA ALTERA SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA NO SUPERSIMPLES

Uma nova norma do Supersimples igualou as condições das micro e pequenas empresas que optaram pelo sistema simplificado de recolhimento de tributos às das demais empresas quando se trata de substituição tributária. Nesse regime de recolhimento de tributos, o fabricante é obrigado a antecipar o recolhimento de ICMS de toda a cadeia produtiva como forma de facilitar a fiscalização do Estado. A Resolução nº 61, de 2009, do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN), que entra em vigor na segunda-feira, corrigiu uma falha da Resolução nº 51, de 2008 - antiga regra que acabava por tributar mais as empresas do Supersimples, ao antecipar o pagamento do tributo, do que outras na mesma situação. Para as empresas que não estão no Supersimples e atuam como substitutas tributárias, a regra a ser cumprida é a de adicionar sobre o preço do produto uma margem de lucro que varia de acordo com a mercadoria e multiplicar esse total pela alíquota interna do Estado - que em São Paulo, na maioria dos casos é de 18% - ou pela alíquota interestadual, quando se trata de operações que cruzam fronteiras - e que varia de 12% a 7%. Depois, elas devem deduzir o valor dessa mesma alíquota aplicada ao preço inicial do produto para chegarem ao valor devido. No entanto, com a norma antiga, as empresas do Supersimples não podiam deduzir desse total a alíquota interna do Estado, em geral mais alta, mas sim uma percentagem fixa de 7% sobre o valor do produto, o que fazia com que tivessem que recolher mais tributo do que as demais empresas. Na prática, pela antiga norma, a empresa que está no Supersimples teria que recolher, no caso de um produto que custa R$ 100,00, em uma operação ocorrida em São Paulo, sob uma alíquota de ICMS de 18% e margem de lucro de 40%, o valor de R$ 18,20 de imposto, enquanto as demais pagariam apenas R$ 7,20. A nova regra só não vai gerar impacto quando se trata de operações interestaduais que partem de outros Estados para as regiões Centro-Oeste, Nordeste e o Estado do Espírito Santo, já que nesse caso a alíquota de dedução do imposto é também de 7%. A partir de agosto, com a nova norma, passa-se a aplicar a mesma regra com relação à substituição tributária para todas as empresas, independentemente do regime de recolhimento de tributos em que estejam enquadradas. "Finalmente houve a correção dessa distorção, o que coloca todas as empresas no mesmo padrão de competitividade", afirma Jorge Lobão , tributaria do Centro de Orientação Fiscal (Cenofisco). A mesma opinião também é compartilhada por Cristina Almeida, da consultoria de impostos da IOB. Para ela, isso deve trazer um impacto significativo para as empresas que estão no Supersimples e que estão em primeiro lugar na cadeia produtiva e, portanto, são responsáveis por recolher o ICMS das outras empresas envolvidas na operação. Como o repasse passará a ser menor, isso poderá refletir no preço final dos produtos vendidos por elas, segundo o consultor Douglas Rogério Campanini, da ASPR Auditores e Consultores. "Essa diferença era repassada ao consumidor, o que deixará de ocorrer", afirma. Fonte: Valor Econômico/Site da Fetcesp Data: 03/08/2009